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Entrevista com Violins



O projeto Nova Música Goiana, realizado no Centro Cultural UFG, começou com uma banda que de nova não tem nada. O Violins tem 11 anos de carreira, 7 discos lançados e quase 100 músicas gravadas. No setlist, nada menos que 21 músicas! Entre elas estavam faixas do último disco, “Direito De Ser Nada” (2011), e outras dos primeiros CD’s, como “Festa Universal da Queda”, “Ok Ok” e “Grupo de Extermínio de Aberrações”. Dessa vez, o formato do show foi diferente dos últimos que ocorreram na capital. O teatro, a plateia sentada e a escuridão do cenário fizeram a noite ainda mais especial. Após o espetáculo, o vocalista e compositor da banda, Beto Cupertino, teve uma conversa com o Paralelo nos bastidores do teatro. Durante essa conversa ele revelou os planos futuros da banda e contou um pouco mais sobre a gravação do novo álbum. 

Veja as fotos do show na fanpage do Paralelo Mundi no Facebook. 

O que você achou do clima do show de teatro? 

Beto: Eu achei legal, esse tipo de show é mais intimista, parece que é um ensaio aberto. Gosto de shows em teatro, a acústica é boa e tudo é mais “pertinho”. Sou suspeito pra falar. Prefiro tocar em teatro do que em outros lugares, na verdade. O foco fica muito na música, o público se concentra mais no som. 

Não se incomoda por não ver a reação da plateia? 

Beto: Não! Nos shows eu não vejo quase ninguém, pra falar a verdade. Fico meio cego (risos). 

O que mudou no Violins durante os 11 anos de carreira? 

Beto: Primeiro a nossa formação. Agora em relação à composição das músicas, também mudou. Desde o “Aurora Prisma” até o último disco. Os novos integrantes mudam a sonoridade das músicas, porque as concepções musicais são diferentes para cada um. Como o Fred, que participou desse último disco. Tudo fica muito rico. É bom pra gente como músico, compositor. 


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Ópera House na telona





            A rede de cinemas Cinemark apresenta uma novidade pra quem é amante de ópera clássica. Será exibida toda a programação de apresentações do balé The Royal Opera House, direto de Londres (Reino Unido). Pelo toque mais contemporâneo que é dado à histórias clássicas da Literatura internacional, a Opera House tem atraído grande prestígio no mundo inteiro. De fevereiro a maio, oito célebres enredos ganharão as salas, e duas delas serão exibidas em tempo real. Na lista estão Tosca, de Giacomo Puccini; Giselle, de Marius Petipa; Romeu e Julieta (Ao vivo) e Macbeth de Willian Sheakspeare e coreografia de Kenneth McMillan; Rigoletto (Ao Vivo) de Giuseppe Verdi e outras. Serão legendadas todas as apresentação na telona e cada uma custará R$ 50 a inteira e R$ 25 a meia entrada.
Por Marcos Carneiro

Local: CineMark, Shopping Flamboyant, 3º Piso.
Data: 25 de fevereiro a 29 de maio
Você pode conferir as sessões aqui.
Ingressos: $50 (inteira) e $25 (meia)

Informações dos enredos, na página oficial do Cinemark.

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Devassa Sessions 2012 #3






Vai rolar na Ambiente Skate Shop a terceira edição de 2012 do Devassa Sessions. O evento será dia 27 de maio, a partir das 15h00. O barulho do evento fica por conta das bandas Overfuzz, Girlie Hell e Jhonny Suxxx and The Fucking Boys. Como nas edições anteriores, o público é quem decide quanto vai pagar pelos shows: R$ 2, 5, 10, 20, 50 ou 100. A Ambiente Skate Shop fica na Rua T-30, Quadra 107, Lote 16, no Setor Bueno.

Por Leon Carelli

Local: Ambiente Skt Shop, Rua T-30, Quadra 107, Lote 16, no Setor Bueno.
Data: 27 de maio de 2012 / 15h
Ingressos: #QuantoValeOShow?
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Flamboyant in concert: revivendo Legião


 

A série de shows In Concert, realizada pelo Shopping Flamboyant, apresenta na próxima terça-feira, dia 29 de maio, às 20h00, o ex-integrante da famosíssima banda de rock nacional Legião Urbana, Dado Villa-Lobos, juntamente com o cantor Toni Platão. O repertório do show conta exclusivamente com os grandes sucessos da Legião Urbana, que seguem vivos embalando gerações há quase três décadas. O ingresso de entrada do evento podem ser conseguidos através da troca de notas fiscais de compras no Flamboyant. 


Por Leon Carelli.


Local: Flamboyant Shopping Center - Av. Deputado Jamel Cecílio no.3300, Jardim Goiás
Data: Terça-feira, 29 de maio
Horário: 20h00

Ingresso:

Os clientes poderão adquirir seus ingressos no posto de trocas – na Expansão - térreo 1, próximo a Praça de Alimentação:
Setor 1* - cada R$ 900,00 em compras*
Setor 2* - cada R$ 600,00 em compras*
Setor 3* - cada R$ 300,00 em compras*
* um ingresso limitado a dois convites por CPF.
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Blackbook é lançada na Galeria Potrich

Estúdio de design Bicicleta Sem Freio 














Por Marcos Carneiro.
Fotos: Yasmin Cabedo.


Em noite descontraída para simpatizantes das artes plásticas, a primeira edição da mostra coletiva Blackbook foi inaugurada nesta quarta-feira, na charmosa Galeria Potrich. A mostra, que vai contar com três assinaturas diferentes em suas peças, leva os novos expoentes da ilustração do cenário artístico goianiense: o estúdio Bicicleta Sem Freio e os artistas Mateus Dutra e Galvão Bertazzi. Mais uma parceria entre a Consciente Construtora e A Construtora Música e Cultura, em uma realização que vai até o dia 23 de junho.
             Em um espaço unidimensional preenchido pelas paredes da galeria, as obras de cada um dos expositores tomaram por completo cada canto do recinto, cuja iluminação própria de museus permite a excelente visibilidade das peças. Bastava chegar à calçada do local para reparar que a Galeria Potrich envolveu seu espaço físico no universo da exposição. Alguns traços dos artistas percorriam todos os cantos da fachada negra. No interior, o som ambiente estava por conta da discotecagem de Renato Cunha.
          

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Entrevista - Kassin (RJ)





Em seu retorno a Goiânia, o expoente atual da Música Popular Brasileira, Alexandre Kassin, apresentou na capital sua peculiar sonoridade que vem dando o que falar na crítica musical do país. Divulgando o seu último trabalho, o disco Sonhando Devagar, o músico abriu a nova série de shows produzida pela Universidade Federal de Goiás, por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Culturaa (Proec), com patrocínio da Construtora Consciente e apoio d´A Construtora Música e Cultura, o projeto Música Consciente. Em um show bem intimista para quem curte música de sonoridade experimental, o cantor trouxe à capital a irreverência das letras que remetem a sonhos tidos em várias épocas de sua vida. Abrindo um repertório com a canção Mundo Natural, conduziu junto com Donatinho e Stefan San Juan, um show com perfeccionismo instrumental que acompanha o extenso currículo de cada um dos músicos. Há quase vinte anos no meio da produção de música, já fez parcerias com grandes nomes como Caetano Veloso, Lenine, Los Hermanos, Vanessa da Mata entre outros. Kassin estreou nos palcos na década de 90 com a extinta banda Acabou La Tequila. Porém, foi no ano 2000 que entrou com força na composição de canções que fizeram parte do espólio de trabalhos como o + 2, com Moreno Veloso e Domenico Lancelloti, e também + Ela, com Adriana Calcanhoto. Em sua passagem pela cidade, conversamos com o artista, que contou sobre pontos interessantes da carreira como músico e produtor.


Confira fotos na Fan Page do Paralelo, no facebook!

Por Marcos Carneiro
Fotos: Luiz Rodrigues

Se você fosse fazer uma timeline da sua carreira, quando foi o começo do seu casamento com a música?

Eu comecei a tocar com oito anos. Minha relação com a música começou bastante cedo por causa do meu irmão, que era discotecário de uma equipe de som no Rio. Então eu ouvia bastante disco em casa. A relação de música que eu tinha antes de pegar em um instrumento era de ouvir disco. Comecei a tocar violão acompanhando os discos e não tocava se estivesse só com o violão. Era preciso um disco ali tocando pra eu conseguir.

Então foi o seu irmão que deu esse pontapé inicial?

Não exatamente. Quando eu estava com uns 11 anos, eu morava lá no Rio de Janeiro em um prédio. O cara que morava exatamente no andar de baixo era um baixista acústico chamado Edson Lobo, que era um cara bem influente na Bossa Nova. Ele começava ali a estudar contra-baixo, porque ele fazia parte de uma orquestra naquele momento. Enquanto ele tocava eu ia acompanhando no andar de cima com o meu violão.

Isso tudo sem ele saber?

Pois é, não sei até em que ponto havia isso, mas ele sabia que eu era criança e certa vez me disse que eu deveria estudar baixo com ele. Me convidou desse modo: ‘você deveria estudar baixo. Vem para o meu apartamento, que lá tem um baixo menor e posso te passar umas coisas.’ Então foi o Edson que me ensinou a tocar baixo e me botou pra trabalhar também. Me indicava certos locais pra colocar a mão na massa mesmo.


Por exemplo o quê?

Ele tocava em um karaokê, por exemplo. Daqueles tipo de Piano-Bar, com baixo, piano e bateria. E quando ele não podia ir, ele me falava: ‘olha, e não posso ir. Vá lá você.’ E eu com 12 anos por aí, ia lá com permissão dos pais ainda. E minha família não tinha tanta condição, pois éramos família de classe média-baixa, então quando eu não tinha instrumento, esse Edson me emprestava e tudo mais. De certa forma, essas coisas também significavam uma graninha entrando no bolso pra eu me sustentar. Então foi ele que me indicou que a música poderia ser uma profissão pra mim, pois antes disso era tudo muito distante.

Um dos seus primeiros trabalhos com banda foi o Acabou La Tequila. Porque o conjunto não perpetuou até os dias atuais?

Aquilo era uma galera de colégio. Todos os integrantes eram todos da mesma turma na escola. Da turma, o Pedro Sá foi quem me apresentou o Domenico Lancelotti, com quem depois eu fiz o projeto + 2. O resto do pessoal era todos do Acabou La Tequila. Na época era o Bacalhou, que hoje toca no Autoramas e foi também da Planet Hemp. O Renato, que hoje toca no Canastra. O Donida e o irmão dele, que hoje em dia tocam no Matanza. Outro cara da banda era o João Calado, que hoje é um super tocador de cavaquinho e toca com a Tereza Cristina. Todo mundo do grupo tinha um interesse em comum e essa galera eram os homens da sala. Tirando o pessoal da banda, o restante das pessoas eram as meninas. Gravamos um primeiro disco, e no segundo disco, o conteúdo foi posto na geladeira. E as coisas foram demorando demais pra acontecer, porque depois tínhamos que brigar por direitos autorais para gravar, tudo ficou meio difícil. E o Matanza foi fluindo, o Canastra foi fluindo, enfim, os projetos paralelos dos caras foram crescendo enquanto a gente tava na geladeira.

Foi neste contexto que você começou o ofício de produtor?

Eu já estava trabalhando como produtor antes disso tudo acontecer. Na época do colégio mesmo já tinha rolado. Tinha algo gravado para Fernanda Abreu e Lenine.

Quais foram os primeiros trabalhos como produtor?

Eu já tinha gravado algumas faixas pra alguns músicos. Mas o primeiro álbum completo foi para o próprio Acabou La Tequila. Foi um álbum que fiz junto com Tom Capone (produtor de Raimundos, Skank, Lenine, Legião Urbana, entre outros). Foi minha primeira produção e a segunda ou terceira do Tom.

Como era a relação com Tom Capone?

Trabalhamos juntos várias vezes. Como te falei, começamos juntos na produção. Aprendi muito com ele, essa questão de organização e tudo mais. Tivemos uma relação bem próxima em questão de trabalho, de ter amigos em comum e tudo mais.

E você já fez muita coisa em produção. E de que modo a sua carreira de produtor influiu nas suas músicas?
Isso. Hoje em dia eu já não morro mais de currículo. Haha! Na verdade, tudo que você faz  influi um pouco. Uma coisa que eu admiro no ofício de produtor é que o ofício de produtor vem de uma razão diferente do ofício artístico. Como produtor, eu acho que o meu trabalho é bem realizado quando o artista que eu estou produzindo consegue chegar no máximo dele para o álbum. Em termos de som, então, eu tenho que representar uma verdade de outra pessoa.

Como você vê isso?

Eu acho isso muito bacana. Para o mundo do áudio, isso é legal porque todo dia é algo diferente. Tenho sempre que encarar estéticas talvez não encararia ou pensar em instrumentos que eu não tocaria e saber organizar isso tudo. Eu tenho que organizar tudo para ficar coerente. Tem dia que eu acordo e passo o dia tocando baixo, e outros dias que passo mixando uma música. Então vivo um cotidiano diferente um do outro.
Você disse que se sente realizado quando o artista que você produz chega ao máximo. Consegue me indicar um trabalho que você intitula como o máximo alcançado pelo artista?


Existem vários. Na verdade, não tem nenhum disco que eu ouça hoje em dia e diga: ‘eu poderia ter feito isso melhor’ no processo de produção. Sempre vai ter isso, porque o disco é uma imersão no processo. E é muito radical, porque em um mês e maio gravar, mixar às vezes, quatorze faixas. Mas eu fico feliz por esse aspecto. Eu acho, por exemplo, que nunca vai ter um disco que eu ouça e não encontre nada de errado.

Essa questão de explorar novos sons, cuja ideologia faz parte de você. Precisamente sobre os sons do disco Artificial, com barulhos do Game Boy, de onde surgiu a ideia?

Aquele disco foi um negócio meio à parte. O Kassin + 2  já rolava. Aquilo surgiu durante uma estadia muito longa no Japão que eu tive. Eu estava em Los Angeles, gravando um filme, e deveria produzir um disco de um japonês. Então eu fui direto pro Japão lá dos Estados Unidos. Antes de chegar a Los Angeles, eu já estava há três semanas fora de casa. E tive todas aquelas reuniões e tudo mais, estava ocupadíssimo e não via email. Era em uma época pré-laptop, internet não era tão fácil. Quando o pessoal no Japão foi me receber no aeroporto, me disseram que estavam com um problema. E era um problemão, pois eles me mandaram um email dizendo que o cara que eu ia produzir não assinou com o selo. Eu não vi esse email e acabei não ficando sabendo.

E o que aconteceu no Japão?

O cara que eles me indicaram como tradutor no Japão me mostrou os discos Demo dele e eu gostei, e por fim, acabei querendo produzir o cara. Daí eu produzi o disco para o tradutor e depois disso ainda rolou um segundo disco. Resumidamente, eu fiquei seis meses no Japão. E o único instrumento que eu tinha em mãos era um Game Boy, que eu acabei fazendo programação das músicas bem eletrônicas no joguinho, ficou legal. Usei meu tempo livre no Japão para fazer isso e ficou legal.

Seu trabalho solo atual tem muita contribuição estética do projeto + 2?

Tem sim. Assim como também tem do pessoal que toca comigo agora, que é Donatinho (filho do João Donato) Stefan Sam Juam e o Humberto Continentino. Tem muita contribuição própria deles. Eu tinha as idéias já formadas para tudo, mas na hora em que a gente ia tocar, eles davam um monte de retoque e a gente conversava e mudava tudo. Então eu considero que eles façam parte realmente do projeto.

Certa vez você disse em uma entrevista que não considera seu disco Sonhando devagar tão solo assim. É disso que você está falando?

É sim. Porque esse tipo de produção de música que eu faço, e que eu já fazia no + 2 prevê os artistas influindo totalmente no processo de produção o tempo todo. As estruturas das canções não são definidas. Quase tudo a gente decide na hora mesmo, ou eu aviso pouco antes e a gente vai fazendo. Não tem forma fechada. Eu até gosto disso porque a gente não fica entediado.

As letras das canções dizem de algo pessoal. Quando foi que você decidiu fazer um disco sobre os seus sonhos?

Começou no Kassin +2, no disco Futurismo. Nesse disco tem uma canção chamada Homem ao Mar. Essa canção é uma descrição quase literal de um sonho recorrente que eu tinha desde minha infância. É tudo igualzinho, a questão da aranha que ia caindo pelo ar, como se tivesse segurado por um fio e chegava em um mar deserto e tal. Era um sonho horrível. Começou tudo aí. Foi aí que eu pensei em fazer canções que falavam de algo muito particular sobre mim. Isso que deu o norte para a produção do Sonhando Devagar.

E você exclui muita música também desse processo?

Sim, gravei umas 15 canções. Tirei várias. Desse processo, umas duas não falavam nada sobre sonho e eu deixei de lado. Tinha músicas que eram lindíssimas e tenho até pena de não estar trabalhando com elas agora. Tinha um samba muito bonito também. Eram faixas, que apesar de serem muito boas, não cabiam no álbum. É um álbum muito conceitual mesmo.

Essas canções guardadas já tem previsão de lançamento em algum trabalho?

Em breve eu devo lançar em algum trabalho que venha à tona, mas nada ainda programado.

Está pensando em alguma nova parceria?

Sim, estou pensando nisso. Tenho um plano de fazer um disco com o Domenico (Lancelloti). Estamos gravando muito junto ultimamente e em breve deve estar saindo alguma coisa. Também tenho um plano de fazer algo instrumental em um conjunto grande. Algo com 10 ou 12 pessoas, com muito arranjo. Já comecei também a pensar em um novo disco meu, mas ainda tudo está no início.



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Aconteceu: Calourada UnB

  
Comemorando os 50 anos da Universidade de Brasilia, estudantes celebram a data com uma mega festa. O evento teve a presença do bloco mais famoso do carnaval do Rio de Janeiro desse ano, Bloco do Sargento Pimenta, que faz cover de Beatles em ritmos folclóricos nacionais: e com a banda mais bombada do momento, conterrânea do Paralelo, a Banda Uó.


Por Yasmin Cabedo
Fotos Diogo Nazzetta

Neste sábado, dia 20 de maio, rolou a Calourada UnB 2012, festa tradicional promovida por veteranos para calouros. Esse ano a festa teve um motivo a mais de celebração além da integração de calouros e veteranos: a UnB completa 50 anos em 2012. Com uma verdadeira nação celebrando seu Estado, a festa rolou no Centro Comunitário da UnB. A decoração e produção da festa foi toda de autoria dos alunos da universidade, passando bem a intenção de “pseudo-cult-intelectual-cheio-de-onda”, proposta feita na pagina do facebook do evento.
         Dando início às festividades, duas baterias, uma do curso de engenharias, a bateria Maquinada, e outra do curso de Medicina, bateria Insana, se apresentaram no espaço principal. Animando o público com seus gritos de guerra, ambas pararam muita gente com seu show e o coreografias. Destaque para a bateria Insana, que além de coreografias e hino próprio, impressionou com chuva de estrelas de papel, pirotecnias presas aos instrumentos e um integrante que cuspia fogo.
                                                      A festa tinha para todos os gostos. Composta em três ambientes, o palco principal, chamado ambiente Transminhocão.
 Ele recebeu as principais atrações da noite que iam desde rock nacional e eletrônico, até o brega e o carnavalesco. 
               Os outros dois ambientes eram constituídos, um por uma pista, animada por Djs famosos de festas locais, como Mr. Jack, Let’s Club e Gambiarra, e o outro, animado na maior parte da noite por uma roda de samba tradicional, com direito a cachaça na mesa, garrafas de vinho enfeitadas com flores e clima mais intimista de fundo de quintal.
         Como um dos grandes destaques da noite, a Banda Uó deixou o público fervendo logo ao entrar no palco anunciando o lançamento do cd para o segundo semestre de 2012. Colocaram todo mundo pra rebolar ao som de hits como Shake de Amor e Louca Paixão além de músicas novas, com as  tradicionais letras satíricas à melodia de Last Night, dos Strokes. O público estava tão alvoroçado com o eletrobrega que, ao final do show, vários fãs invadiram o palco para rebolar com Candy Mel, Davi Sabbag e Mateus Carrilho. Com a agenda lotada, a Banda Uó, partiria logo no outro dia para continuar a agenda de shows em São Paulo e Rio de Janeiro.
         As bandas de rock local também tiveram sua vez. Ganhadora da seletiva de bandas promovida pelo evento, a banda Jazahu apresentou-se com suas pegadas de rap e ritmos brasileiros. Se apresentaram também as bandas Quintas, de pop rock, que tocou alguns covers e músicas autorais e a banda Rádio Central, com seu rock típico brasiliense.

         Para fechar a noite, pela primeira vez em Brasilia, apresentou-se a banda Bloco do Sargento Pimenta. Com o nome fazendo referencia a Sargeant Pepper’s Lonely Hearts Club Band, o bloco carnavalesco estava com formação reduzida, mas mesmo assim em peso. Dezessete pessoas dividiam-se entre instrumentos de percussão tradicionais de carnaval como surdo, caixa e tamborim, guitarras, baixo e vocais. O bloco ficou famoso após sucesso no carnaval do Rio, lugar de onde são naturais, chegando até a serem noticiados por jornais mundialmente famosos, como New York Times e Washington Post. Com todo esse burburinho internacional, Felipe Fernandes, Felipe Reznik, Leandro Donner e o Bloco até fizeram serenata para Paul McCartney na porta de seu hotel, quando o former Beatle estava de passagem pelo Rio. Os arranjos feitos em funk, axé e marchinha para as músicas dos Beatles é para todos os gostos e balança qualquer um. Grandes hits como Ticket to Ride, Hard Days Night e Love Me Do levaram a galera para casa pulando até bem depois das quatro da matina.



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Dirty Sessions


A banda Dirty Harry convida você para conferir este show estrelado por ela e outros amigos do rock'n roll. Para difundir o som independente e variar a cena musical goianiense, a Dirty Sessions promete ocorrer mensalmente em pontos diferentes da cidade. Nesta primeira edição, o evento vai rolar na Chácara Sete Pontas.
Os convidados desta estreia são as bandas Overfuzz, Cherry Devil, Dead City e os Backbiters. A anfitriã, Dirty Harry, foi formada em 2010 e se preparam para lançar o primeiro single no semestre que vem. A Overfuzz surgiu em 2009 e já lançaram sua primeira demo, bombando com um rock pesado e sejo. A Cherry Devil  faz parte da nova safra de Goiânia, mas que não perde a chance de mostrar a que veio. A dupla Dead City  mistura rock, country e blues numa apresentação vibrante que promete provar que quantidade não faz uma banda. Por fim, temos os Backbiters, antigos The Envy Hearts, que voltaram dos mortos para a alegria geral dos fãs para seu primeiro show depois de um hiato de dois anos.
Se você curtiu essa ideia, não perca a Dirty Sessions! São só 10 dilmetas para conferir essa reunião de rock'n roll pauleira e responsa no dia 2 de junho.

Mais informações na página do evento, no facebook.

Por José Abrão.

Dirty Sessions
Chácara Sete Pontas (rua Jandaia Ch.19 Lt.18/19, Chácaras Recreio, atrás da Agronomia UFG)
10 reais
2 de junho
23h

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Big Bang toca no Bolshoi Pub

Big Bang (NOR)




O Bolshoi Pub apresenta atração internacional na noite de sábado, dia 2 de junho. O show fica por conta da banda norueguesa Big Bang, que é considerada uma das mais influentes bandas de rock do país. Além do hard rock tradicional, que dá ênfase aos solos limpos de guitarra e às letras românticas, o grupo também agrega à sua musica elementos do punk e do metal. O Bolshoi Pub fica na Rua T-53, nº 1140, no Setor Bueno. Os ingressos antecipados podem ser adquiridos nas lojas Fran's Café, na Alameda Emanuel Gomes, Setor Marista e no Edfício Aton, Praça do Sol, Setor Oeste. 

Por Leon Carelli.

Local: Bolshoi; Rua T-53 c/ T-2, nº 1140, Setor Bueno
Data: 2 de junho de 2012 / 22 horas


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Primeira Convenção Goiânia Tattoo

Equipe Jander Tattoo promove o evento


Goiânia tem sorte de ser o lar atual de um dos maiores tatuadores do Brasil. Jander Rodrigues, dono do famoso estúdio de tatuagem Jander Tattoo, é tatuador há 13 anos, coordena dois estúdios e é workaholic. Talvez por toda essa fixação por trabalho e por estar constantemente apaixonado pelo que faz, esse ano ele está também no comando da Primeira Convenção Goiânia Tattoo.
O trabalho do Goiânia Tattoo já dura um ano. Mobilização para juntar artistas, encontrar um lugar pro evento e o objetivo principal: exaltar a tatuagem. Para o esquenta, Goiânia ganha o Skull Parade, a Parada da Caveira. Promovida pelo Coletivo Esfinge em parceria com o estúdio Jander Tattoo. A parada visa promover a igualdade entre as pessoas, já que por baixo de tudo somos todos iguais, somos todos caveiras, independente de religião, etnia, opção sexual. A caveira é o símbolo da igualdade social.

A Skull Parade  será feita em duas etapas: a primeira, feita por redes sociais, começa hoje, dia 21 de Maio, e vai até o dia 27 desse mês, com divulgação de fotos dos 8 moldes de caveiras, pintados pelos tatuadores do estúdio Jander Tattoo, em pontos famosos de Goiânia. A segunda etapa será a exposição desses moldes no Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro, a partir do dia 28 de Maio. As caveiras ficarão em exposição até o dia 22 de Junho.
A Skull Parade também vai funcionar como um canal de troca de informações. Sendo uma exposição pré Goiânia Tattoo, a Parada da Caveira vai dar mais visibilidade para o evento. Jander chama muita atenção para o fato de que a convenção é de tatuagem, não de rock. “Convidei muitos amigos meus, tatuadores de fora, para participarem do Goiânia Tattoo. O evento vai ser num lugar fino, onde acontece apenas eventos de gala. Foi tudo muito bem planejado e meu foco ao pensar esse evento sempre foi a tatuagem como atração principal”. Também segundo ele, os tatuadores que trabalham no estúdio Jander Tattoo não vão participar da convenção em nenhuma categoria, por questões éticas.
A Convenção Goiânia Tattoo vai ocorrer nos dias 23 e 24 de junho, no Olivera’s Place. O preço dos ingressos para os dois dias é de 50 reais.

 Por Yasmin Cabedo.


Data: 23 e 24 de junho
Local: Oliveira's Place
Ingressos: 50 reais
Skull Parade
28 de maio a 22 de junho
Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro




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Jam Session com Space Truck e Dry



A Monstro Discos, selo musical e gravadora nacional sediada na capital goiana, traz uma inovação atípica na cidade. Pra você que é acostumado a apresentações de artistas variados pelas casas da cidade, vai sentir uma grande diferença para a Monstro Jam, a ser realizada no Metropolis Retro no dia 26 de maio. As bandas convidadas são o power trio Space Truck, quem se destaca pelo belíssimo Hard Rock mostrado em grandes apresentações na cidade, além da banda Dry, que na última vez em que tocou, fez lotar o Diablo Pub. A proposta é as bandas fazerem suas apresentações e, no final, uma Jam Session especial com a duas lado a lado. Aliás, você sabe o que é uma Jam Session? Baseado na improvisação, foi os clássicos bares norte-americanos que fundaram esse ato musical na década de quarenta. Na ocasião, músicos tocavam em um repertório todo escolhido na hora, sem programação e sem ensaios. A performance das duas bandas juntas prometem uma apresentação no mínimo diferente.
Por Marcos Carneiro



Local: Metropolis Retro, Av. 83, Setor Sul
Data: 26 de Maio 2012 / 22 horas
Ingressos: $15
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Gravação Paralela - Entrevista com o Zé - Space Truck



Pra dar uma variada nas mídias que utilizamos, estreamos agora no seu ouvido, o Gravação Paralela! Podcast mais sencacional (ou não, confere aí pra ver se você gosta) da interwebs goianobrasileira! Primeira pauta: Irmãos Sobreira! Isso mesmo! Os fundadores da banda Space Truck conversaram com o nosso querido José Abrão e isso rendeu um papo deveras interessante de uns 20 minutos. Eles falaram do lançamento do CD, do baterista (Fellipe, no lado direito da foto) e algumas situações engraçadas pelas quais já passaram. Como nós somos generosos, vou botar aqui o link pra vocês baixarem, se quiserem ouvir no carro ou enquanto lavam a louça! Se quiser ouvir AGORA, é só dar o play ;)

João Alexandre S. Scartezini



Pra quem quiser baixar, basta entrar neste link do quatro-compartilhado:
http://www.4shared.com/mp3/LItdwmPW/Entrevista_com_o_Ze_1_-_Irmaos.html?

Ficha técnica:
Repórter - José Abrão
Edição - João Alexandre
Entrevistados - Rogério e Rodrigo Sobreira, vulgo Os Sobreiras/ SobreiraBros
Vinhetas - João Alexandre e José Abrão
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Paralelo Mundi | by TNB ©2010